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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Oração Drive Thru


A ideia não é um todo ruim, porém como sabemos que essa instituição religiosa vende produtos e comercializa a “fé”, caiu como uma luva o serviço de drive thru onde permite aos “clientes” (membros ou pessoas) comprar o “produto” (oração) por determinado “preço” (oferta de amor). Lamentável... 

#voltemosaoevangelho 

domingo, 7 de setembro de 2014

Cristão chip


Parece que as igrejas são como empresas de telefonia onde exercem atividade econômica organizada, estruturada, destinada à produção ou circulação de bens ou de serviços para os seus membros, pondo em funcionamento o estabelecimento-templo a que se vincula, por meio do empresário-pastor, sendo ele individual (chefe absoluto) ou societário (sociedade de pastores), ente personalizado, que a representa no mundo dos negócios. Rs

Mas não é sobre igrejas-empresas o tema aqui, isso eu já escrevi em posts anteriores. Aqui me refiro a certo tipo de “cristão” que frequenta os templos.
Levo a crer que alguns cristãos-clientes vão a igreja como ela fosse realmente uma empresa, e lá age com um consumidor adquirindo produtos ou utilizando bens e serviços.
Vai ao templo esperando ser bem recebido na entrada, depois ele passa na cafeteria e pede um cafezinho com croissant, fazendo aquela social com os amigos no hall do templo, depois passa na livraria para comprar um cd, dvd, livro ou algo do tipo.

Chegou a hora mais esperada, o culto vai começar! Será que o louvor vai ser bom hoje? – pensa ele.
No momento das ofertas e dízimos, ele cumpre tudo certinho, afinal ele fazendo isso, ele cumpre com suas obrigações religiosas, ficando assim em “paz” com a divindade (Deus).
O clímax é o momento da palavra, onde Deus irá usar o líder para dar as diretrizes da minha vida, na semana, no mês ou no ano.

Quando a igreja-empresa na visão e percepção dele (cristão-chip) não está de acordo com as suas exigências e expectativas pessoais, o que ele faz?
Portabilidade que no ramo da telefonia e comunicação é a capacidade de um cliente mudar de operadora telefônica ou prestadora de serviços e continuar a usar o mesmo número de telefone (cristão-chip).

Acho que ele pensa: “no começo essa igreja-empresa era tão boa, havia uma conexão 4G, porém agora o padrão caiu”
Com o passar do tempo ele começa a ver os problemas e defeitos da instituição, porém ele (cristão-chip) se esquece que em Jesus acabaram-se as pontes, acabaram-se os intermediários, a conexão é diretamente com Deus e a “operadora” é Jesus.
Essa “operadora” nunca teve e nunca terá erros ou defeitos para que você se conecte.

Já se conectou Ele hoje ou está esperando ir para a "empresa"? rs
         
com todo carinho

Rafael Yuri

sábado, 15 de março de 2014

“Tá estressado vai pescar”


De vez em quando vejo essa frase em adesivos de carros e caminhões. Porém, quero dizer que o estresse faz parte de nossa vida e também nos faz bem. Como assim?
Ele é fundamental para nossa sobrevivência, pois sempre que nos deparamos com uma situação difícil, desafiadora ou perigosa, o seu corpo se prepara para reagir a dificuldade evitando um desastre.

Por isso, em momentos de pressão, o nosso cérebro libera o cortisol, que é o hormônio do estresse, para que você fique atento, vigilante, competitivo, focado, potencializando sua capacidade de superar o problema ou desafio. Vai uma dica aí para os meus amigos “estressadinhos de plantão" rsrs (queria marcar alguns amigos(as) hehehe) 

Rafael Yuri

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

sábado, 16 de fevereiro de 2013

O que é o reino de Deus?

Quando eu reconheci a Jesus como meu Senhor, logo percebi que havia uma obra de Deus a ser feita “em mim”. Isto porque o convívio com meu pai me evidenciou que não poderia haver qualquer coisa que fosse do agrado de Deus, se não viesse de dentro, do coração. Na mesma época fui apresentado ao Apóstolo dos Pés Sangrentos, o Sadú Sundar Sing, e me fascinei ante a possibilidade de viver uma vida espiritualmente profunda, e, como conseqüência disso, dediquei-me intensamente ao jejum por muitos anos. A leitura bíblica era como respirar, e a oração como viver... À noite, muitas vezes, acordava enquanto recitava Efésios, Colossenses, Filipenses, etc... de cor. Muitas vezes me apanhei... acordando... já no final da carta, e quem ouvia dizia que eu a havia recitado toda. Tamanha era minha imersão naquilo tudo, que, para mim, não era um conteúdo externo a mim, ou intelectual, mas algo intrínseco, mais profundo do que eu podia designar o que fosse profundo. No entanto, toda essa busca interior, por um paradigma que também me foi estabelecido na mesma época—e que era fruto do melhor dos tempos—, tinha um objetivo: pregar a Palavra com poder e unção, e levar muitos ao conhecimento de Deus. Ou seja: mesmo naquela devoção havia uma certa devoção também ao poder espiritual, por mais que Deus fosse amado. Era parte da demonstração de amor a Deus pregar para o maior número possível de seres humanos! Desse modo, a devoção, por mais pura que fosse, ainda tinha um objetivo missionário; o qual poderia ser aferido de modo externo. Na mesma época também apareceu a espiritualidade dos cristãos orientais, com forte ênfase na Vida Cristã Normal, ou na Autoridade Espiritual. Havia naquela visão uma busca intimista, porém, o aplicativo era profundamente comunitário, e tinha seus mecanismos de aferimento também do lado de fora. Depois veio a busca por uma Espiritualidade Integral, especialmente sob os auspícios do chamado “Pacto de Lausanne”. Naquela visão o lado de dentro já estava quase todo do lado de fora, e as grandes manifestações de espiritualidade se manifestavam mediante a capacidade de fundir muitas variáveis da missão num projeto único. Portanto, “holístico” e, também, “integral”. Devagar o lugar da devoção foi se movendo da dimensão mística, para a racional; da vivencia experiencial interior, para a missão com praxes socialmente perceptível; da paixão para a visão estratégica; do ser agido para o agir; do estar disponível para Deus, para a pretensão de ser sujeito operante da história a ser feita. Nesse ponto, de modo muito sutil, o reino de Deus já não está apenas dentro de nós, mas, sobretudo, é entendido como tendo que ser estabelecido fora de nós, e por nós. Quando se chega aqui, neste ponto, a obra interior de Deus cessa, e só pode ser retomada mediante o Caminho da Desconstrução... seja ela qual for... e nunca sem dor. Isto se Ele estiver interessado em disciplinar você em amor, e traze-lo para o reino que é! De fato, no fim de tudo, se você for bem-aventurado, você volta para antes do principio de tudo em você um dia. E, no meu caso, foi e está sendo um caminho de ser de Deus apenas por Deus; buscando a verdade de Deus não fora de mim, mas dentro de mim; discernindo a grande tarefa do Espírito como sendo apenas em mim; e não tendo nenhuma esperança em qualquer “reino de Deus” que não esteja, sobretudo, “em vós”. Ora, o reino em nós nos tira a obrigação de salvar o mundo, e nos dá a alegria de ver Deus salvar a nós mesmos. E isto significa que o trabalho de Deus é uma obra infinda de entalhamento de Seu Filho em nós; de tal modo, que tudo o que apareça “fora” seja apenas e tão somente o resultado dessa gestação do reino no coração. Obviamente que tal obra acaba por se evidenciar, assim como o fruto é a evidencia da vida da árvore. Nesse caminho, oração, meditação e contemplação, se fazem acompanhar de justiça, paz e alegria no Espírito Santo. E também se fazem acompanhar de um arrependimento que é permanente mudança de mente, conforme a revelação do Espírito do Evangelho, em Jesus. Então, o reino deixa de ser uma tarefa humana, um conteúdo teológico, uma façanha de heróis da causa de Deus, e passa a ser apenas algo irresistível como o sal quando liberado, e tão irreprimível como a luz, e tão subversivo quanto o fermento que cresce implacável sem fazer nenhum barulho. É neste lugar-ser que quero ser-estar! Venha o Teu Reino. Seja Feita a Tua Vontade. Pois Teu Reino está em nós! 


Meu mentor a distância.

Caio

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Não faço mais parte do movimento “GOSPEL"

 
Peço licença para uma declaração:
Não faço mais parte, definitivamente, nem em número, nem em gênero e nem em grau, do importado movimento “GOSPEL”!
Por favor, quando alguém se referir a mim ou ao meu trabalho, não utilize esta forma de me definir e nem me inclua dentro desse “idiotizado” mercado, pelo bem da verdadeira Música Cristã Brasileira e de seus honrados e dedicados compositores, artistas e poetas que, assim como eu, sobrevivem, a duras penas, de seus talentos e trabalhos, nadando na contramão da escravidão imposta pela grande mídia!
Simplesmente me chamem de João Alexandre, músico (e olha lá!)!O termo “Gospel” tem uma conotação mercadológica baseada na fama, na grana e na idolatria de artistas, bandas, gravadoras, formatos musicais, mensagens positivistas, entre outras distorções que variam conforme a conveniência dos tempos e dos “bolsos” dos brasileiros, cristãos ou não!
Só quero, assim como qualquer músico que busca a excelência, fazer o melhor que posso com aquilo que tenho, de forma honesta e verdadeira, dormir com a consciência tranquila de que cumpro a missão que Deus me deu (de cantar sempre a Verdade!) e agradecer todos os dias a Ele por aqueles que me deixam fazer parte de seus ouvidos e de suas existências!
Se vc está no meu time, compartilhe! Se não, me perdoe!
 
João Alexandre
 

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

PEDIR A DEUS



SE ALGUÉM ORAR PEDINDO PACIÊNCIA,
ACHA QUE DEUS DARÁ PACIÊNCIA OU DEUS DARÁ
A OPORTUNIDADE DE SER PACIENTE?


SE PEDIMOS CORAGEM, DEUS NOS DÁ CORAGEM
OU OPORTUNIDADE DE SERMOS CORAJOSOS?


SE ALGUÉM PEDE QUE A FAMÍLIA SEJA MAIS UNIDA,
ACHA QUE DEUS UNE A FAMÍLIA COM AMOR E ALEGRIA
OU DÁ A ELES A OPORTUNIDADE DE SE AMAREM?


ESSE É UM TRECHO DE DO FILME "A VOLTA DO TODO PODEROSO" DE 2007. 

PENSE NISSO....